A Mulher Que Levou O Homem À Lua. 1

A Mulher Que Levou O Homem À Lua.

A mulher que levou o homem à Lua. Licenciou-Se em Matemática e deu aulas para manter a família durante o tempo que teu marido tinha acabado os estudos (na década de 50 do século XX). Logo depois, entrou no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) para trabalhar em informática, começando por programas de previsão do tempo de modo bastante autodidáctica.

Desenvolveu software do sistema SAGE de defesa aérea militar, para radioastronomia e incipientes drones. No MIT, liderou a área de engenharia de software e foi responsável por este domínio em algumas missões do programa Apollo e primeira estação espacial, programa skylab, da Agência Espacial norte-Americana (NASA). Hamilton atribui-se o termo engenharia de software e o desenvolvimento inicial da disciplina. Até dessa maneira, nem ao menos entre os engenheiros do MIT se sabia da existência nem valorizava a fabricação de códigos de programação, e a maioria dos pcs da data trabalhavam, tais como, qualquer um em um só tipo de sistema.

Mesmo um chefe seu acreditava que software eu queria relatar roupa leve (computador?), explicou a cientista da computação, no momento em que foi investida doutora honoris razão da Universitat Politècnica de Catalunya (UPC), há dois meses em Barcelona (no momento em que se fez esta entrevista). O software escrito para a NASA deu pé a métodos e programas para vários usos.

A partir de 1976, Hamilton (adotou o sobrenome de teu exmarido, o parental é Heafield), fundou muitas corporações e desenvolveu a linguagem universal de sistemas e outros produtos. Aos oitenta e dois anos, ainda vai trabalhar a cada dia para a sua corporação em Cambridge (Massachusetts), onde vive.

o Seu serviço a toda a hora foi focado em elaborar instruções para os pcs que lhes permitam fazer as tarefas de forma muito confiável, torná-los capazes de precaver e reagir a qualquer situação excepcional ou defeito. Na UPC, Hamilton se referiu aos seus ” você “, que neste instante se levantava da criancinha com teu pai e seu avô, e mudou-se como uma constante em teu serviço. E viu que ainda lhe brilham os olhos ao falar de que, muitas vezes em informática teve que ser criativa e “fazer o que nunca antes feito” e sobre o seu “fascínio dos erros”, por entendê-los. Nota-Se que gostou e aparecia defrontar a sua inteligência. Como, aos 21 anos, começou a criar software, uma questão que nem sequer existia?

Às vezes chamamos as coisas recentes, mas se ver para trás vê o começo desses conhecimentos. Este foi um caso. Ainda me lembro de no MIT, quando alguém dialogou de fazer um curso de que havíamos começado a chamar software.

< / p>“, responderam os outros. Mas sempre há começo… nunca vai e cria-se um campo novo de nada, ainda que se imagine que é deste jeito. Você entrou em um projeto, já que ele explicitou um programa muito árduo, com indicações e comentários em grego velho e latim? Isso foi no sistema SAGE.