História Do Livro 1

História Do Livro

3.1 Livro da tipografia manual s. Estudiosos do livro têm montado propostas sobre o assunto os limites, as metodologias, os objetivos e as disciplinas que intervêm no estudo da história o livro a começar por diferentes promessas. Um dos pontos principais de que se tem tratado é definir o mesmo material de estudo, o livro.

Séculos XVII-XVIII. Estrelado por colecionadores e bibliófilos que impulsionaram a confecção de catálogos e estudos monográficos. Século XVIII. Impulsionada pela transformação da imprensa (1740) produziu documentação sobre o assunto grandes tipógrafos, essencialmente Gutenberg. Estabeleceu-Se a tradição dos livreiros eruditos.

Se estabeleceu o livro como uma unidade. Consideravam-Se como características estudadas ante diferentes disciplinas: produção, maneira utensílio (história da arte), difusão e conservação (história das bibliotecas). Com Lucien Febvre e Henri-Jean Martin, a história do livro se espalhou a todos os estilos da vida social. Chegou a ser abordada por meio da história econômica (condições de produção e difusão), história cultural (construção, recepção, circulação e aquisição de textos), história de categorias sociais, políticas e simbólicas de cada data.

  • Minhas Consultas
  • _ …cuja missão é, e também digerir substâncias,
  • Pojos (conversa) 07:46 dezenove oct 2008 (UTC)
  • Muito veloz para ver o disco enérgico

A história cultural é a apoio dos estudos de Roger e Darnton, contudo este último teve enorme choque hoje em dia. Darnton centra-se no estudo do livro impresso desde a data de Gutenberg. Entretanto, propõe-se acompanhar a história do livro como uma convergência de numerosas disciplinas (história social, história da arte, história econômica, bibliografia, biblioteconomia, etc.) existentes em um processo de comunicação e difusão, que é o procedimento de vida do livro. Quer dizer, abre-se campo para a história da comunicação que abrange autores, editores, impressores, fornecedores, estiva, livreiros, leitores, bibliotecas, etc

Influências intelectuais e publicidade: os impressores apostava no serviço de autores ou tópicos de moda ou importância intelectual, mesmo se eles não estavam permitidos. Conjuntura económica e social: influencia a característica de materiais, transporte e tempo de criação, o que podes pagar o editor e/ou leitor.

Sanções políticas e legais: cita-se a que os livros estavam submetidos às leis de seu povo de origem, dessa forma, precisavam de permissões especiais pra ser comercializado fora da jurisdição ou comumente se recorria à pirataria. O livro mais primitivo é o que carece de suporte material, ou seja, o livro oral que existiram antes mesmo da escrita, tomaram formas de poemas, frases com medas rítmicas, características que facilitou a sua memorização.

É usada pra transmissão de cosmogonia, mitos, regras religiosas, códigos legais e poesia, que com a invenção da escrita alguns foram transferidos para suportes e conseguiram voltar até os nossos tempos. A pedra foi o suporte mais antigo de escrita que chegou até aos nossos dias; todavia a madeira seria realmente o fundamentado suporte do livro.

As palavras de biblos e liber têm, como primeira explicação, casca interior de uma árvore. Em chinês, o ideograma do livro são as imagens em tábuas de bambu. Depois encontraram-se umas tabuinhas de argila utilizadas na Mesopotâmia, no iii milênio. Foi a escrita usada pelos assírios e pelos sumérios, uma escrita em maneira de cunha, daí o seu nome: escrita cuneiforme. As ripas são cocían depois para que ficassem solidificadas. Excepcionalmente foram utilizados utensílios nobres, como mármore ou diorite), pra gravar inscrições solenes, como o Código de Hamurabi. A escrita cuneiforme esta reservada aos escribas, estamento, que gozava de amplo consideração social, ligado ao templo e o palácio real. Em Nínive foram encontradas 22 000 ripas do século vii a.

C., era a biblioteca dos reis da Assíria que dispunham de oficinas de copistas e locais adequados pra tua conservação. Isso significa que havia uma organização em torno do livro, um estudo a respeito da sua conservação, classificação, etc., a escrita não se identificavam por o toque desfecho, em que se indicava o título, número, proprietário, matéria tratada, etc

Na China, no segundo milênio. Escrevia-Se com a ajuda de pincéis. Diferentes suportes foram utilizados ao longo dos anos: osso, bronze, cerâmica, escamas, etc., Na Índia, tendo como exemplo, se utilizavam folhas de palma seca.