Pedro Sánchez Usa Conversas Com O Rei Para Enaltecerse Em Seu Livro Autobiográfico 1

Pedro Sánchez Usa Conversas Com O Rei Para Enaltecerse Em Seu Livro Autobiográfico

Manual de resistência, o livro de Pedro Sánchez, que ontem saiu à venda, encerra surpresas. O livro, escrito em primeira pessoa, desgrana suas reflexões e decisões pra adquirir botar o PSOE novamente como uma força decisiva, empática com a cidadania e com chances de recuperar as rédeas do poder. Não segue uma linha cronológica dos acontecimentos e salta pra trás desde os primeiros dias de seu mandato à moção de censura e de lá pra investidura falhou e a revolução interna no PSOE.

Tudo numa sorte de balanço histórico. Não há sinal qualquer de autocrítica em teu relato. Bem ao inverso, exibe-se como um líder “maduro” e clarividente. Nessas páginas, revela suas discussões com o Monarca. Explica como Filipe VI, mostrou-lhe a “notícia” de que Paulo Igrejas ia “fazer parcela de Governo”.

“Por exótico que pareça”, diz Sánchez no livro, “foi o Rei quem me debulhou a proposta de Igrejas, que queria formar um Governo de coalizão comigo”. A resposta do líder socialista, segundo ele mesmo diz: “Não se preocupe, senhor.

Os socialistas vamos assumir nossa responsabilidade”. “Dei-lhe a minha expressão de desbloquear as organizações e ele me agradeceu muito sincera”, garante. Em suma, explica: “O Rei” estava “tão decidido como eu a quebrar o bloqueio institucional em que nos situava Rajoy.

A partir daí, relata um “fim-de-semana infernal” dando-lhe voltas à cabeça para solucionar “como depois de que os outros tinham pisado relva” ia ele “para semear outra vez a terra para que crescesse alguma coisa positivo”. Sánchez abunda na ligação que, garante, fez com Filipe VI: “Se fez entre Felipe VI, e eu uma conexão de cumplicidade, que superou, e continua a alargar a dia de hoje, o institucional”.

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Finaliza Pedro Sánchez este capítulo assegurando: “Logo nos reconhecemos uns aos outros como pessoas que íamos tomar o país do traço de fechamento. “, vala, “me deu uns meses depois, quando dimití como secretário-geral. Chamou-me pra me dar ânimo”. De acordo com o presidente, a sua conexão com o Monarca precisa ver de perto, além de com os acontecimentos daqueles meses de 2015 e 2016, com o caso de “pertencer à mesma geração”. “Agora”, proporciona, “estamos acostumados expor de forma regular”. E acrescenta: “a Sua amargura na Catalunha é gigantesco”.

Desde a temporada 2016-dezessete a 2018-dezenove o CF Peralada, depois que a “Segunda Divisão” se faz pela filial. A filial da Girona joga a Primeira Catalã. No ano de 2010, a equipe infantil do Girona FC Chegou à encerramento do MIC, o prestigiado campeonado que é disputado a cada ano, na costa brava. Perder aquela conclusão por 0-3 contra o Aspire Football Dreams.

O primeiro jogo do juvenil luta o Grupo III da Divisão de Honra da Juventude de Espanha. Jogadores primordiais chegaram a jogar no futebol profissional, como é o caso de: David Juncà, Pere Pons, Carles Mais, Sebastià Coris, Sergi Alamo. A equipa luta os seus jogos, pela temporada 2013-14, no grupo III da Segunda Divisão. No início do ano de 2013 contava com 5 times pela secção de futsal.

em vinte e dois de outubro de 2010, o CB MIFAS Esplais, da Divisão de Honra B, assinou um acordo para utilizar as cores e o escudo do Girona FC. Na temporada 2010/11 o Girona Clube de Hóquei, da OK Liga Feminina, bem como assinou um acordo de colaboração. ↑ “O Girona FC, adquirido por novos investidores”.