Suplemento De Sua Moradia 396 - Por Que É Necessário Mudar As Tipologias? 1

Suplemento De Sua Moradia 396 – Por Que É Necessário Mudar As Tipologias?

A configuração da comunidade espanhola mudou vertiginosamente pela última década. A família montada por um casal com dois ou 3 filhos perde a condição de arquétipo com a incorporação de novos ‘modelos’. “A ocorrência das famílias mudou radicalmente nos últimos anos, têm se diversificado muito e ainda mais se adaptam ao tipo médio. A população espanhola torna-se mais complexa e exige, ao mesmo tempo, modelos de habitação capazes de responder as recentes exigências, algo que não está ocorrendo.

“Há uma inércia no mercado que segue o modelo tradicional de venda. A habitação deve comparecer se abrindo pra que o usuário possa escolher em atividade das suas necessidades”, explica Carlos Hernández apostólica romana, presidente do Conselho Superior dos Colégios de Arquitectos de Portugal.

  1. Quatro Sistema de representações
  2. Registado em: 13 set 2006
  3. Tailândia: sábado, 21 de julho de 1990
  4. Obra com Gardiner Means: A Empresa Moderna e Propriedade Privada
  5. Três sábios
  6. 3 de maio: Mel Maia, atriz brasileira
  7. 363 ” Comentários

“As modificações necessitam reflectir-se pela tipologia. Moradia modelo é muito severa”, conclui. A aposta numa oferta mais ampla necessita ter em conta as características dos novos papéis sociais. “O setor imobiliário português a toda a hora foi muito conservador em relação às mudanças que estão ocorrendo pela demanda. A regra que utilizam é a de que ‘se eu vender as casas que eu faço, pra que é que eu irei variar’.

Sendo assim, constroem-se tantas casas de noventa metros quadrados, de tipo usual, com 3 quartos, cozinha, duas casas de banho, sala de jantar e sala de estar, que responde a um tipo meio”, considera Carlos Lles. Mas, parece que os construtores começaram a ter em conta as características da demanda atual e pedem uma alteração pela legislação que lhes permita aumentar ainda mais a variedade de sua oferta. Uma das modificações mais sérias que se produziu na população espanhola é a incorporação da visão da habitação como um elemento a mais temporário. “Antes, quando se comprava uma casa era para toda a vida”, diz Carlos Lles.

“Mas a gente começa a se conceder conta de que as casas se adaptam a um ciclo de vida e que, à capacidade que a vida muda, é necessário também modificar de residência”. Entre os segmentos da sociedade que devem de uma superior cobertura localiza-se o de as pessoas divorciadas e o de idosos. “O mercado das pessoas separadas é importantíssimo.

O que vai de residência, você poderá achar que não tem pra onde ir para os quarenta anos. Uma moradia de um quarto e por volta de 40 metros quadrados pode ser suficiente. O mesmo ocorre com as pessoas idosas que vivem sozinhas em casa de mais de duzentos metros quadrados. No inverno não podem preservar o custo do aquecimento.

É indispensável que exista uma abundância de tipologias, sem que ocorra uma perda de característica e sem que aumente a densidade”, indica Guilherme Chicote, presidente da Associação dos Promotores e Construtores de Espanha. A adaptação às algumas realidades sociais, com uma ampliação da oferta, de tal forma que se resolvam as preocupações que suscita a procura, não precisam afetar só a moradia livre.