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A Poética Cognitiva (assim como chamada de Teoria Literária Cognitiva, Ciência Cognitiva, Estilística Cognitiva, ou Historicismo Neural -Neural Historicism por tua conexão sonora com o New Historicism, Neohistoricismo) é um movimento de hipótese literária surgido no começo do século XXI. O desenvolvimento da linguística e das ciências cognitivas no decorrer das últimas décadas tem significado profundas modificações com ligação ao que é o que se compreende por um texto. Esta descoberta, pro que contribuíram assim como a pragmática, a observação do discurso, a linguística cognitiva e a esta busca, obriga a indagar de que forma precisam ser entendidos todos os textos, incluindo os literários. A Poética Cognitiva surge como resposta a essa pergunta.

Pressupõe que as ferramentas com as que foram estudados os textos, por meio da ciência cognitiva, nas últimas décadas, devem também ser utilizadas pra investigação a respeito da literatura. No decorrer dos anos oitenta, muitos autores trabalharam sobre casos aproximados ao anterior, entretanto sem muita conexão entre si. É de característico credibilidade da linha de procura aberta por Reuven Tsur (Tsur 1992) nessa data, a partir de uma ideia muito acessível, entretanto, nem desse modo, menos penetrante. Com base no achado de que a memória de curto período não podes armazenar mais do que um número muito reduzido de unidades (blocos, cf.

Tsur propunha que as estruturas fonológicas dos sistemas de realização poética em o mundo todo obedeciam às mesmas restrições quanto à extensão dos versos e uma coisa. A década de 1990 é o instante em que as várias aproximações a uma hipótese literária cognitiva começam a convergir. A presente década significa a consolidação do movimento, em especial pelo progressivo acréscimo de publicações e livros sobre o foco.

Em 2002, a revista Poetics Today (volume 23, Nº 1) lança uma edição monográfica intitulada Literature and the Cognitive Revolution, onde os principais expoentes da faculdade publicam artigos em que apresentam tuas pesquisas. Quase simultaneamente, aparece o primeiro texto introdutório ao campo, Cognitive Poetics: an Introduction de Peter Stockwell, o que é seguido por um volume suplementar pro ano seguinte: Cognitive Poetics in Practice, cujos editores são Joanna Gavin e Gerard Steen.

o mesmo de 2002, Elena Semino e Jonathan Culpeper compilados postagens em Cognitive Stylistics: Language and Cognition in Text Analysis. Em 2003, foram publicados, pelo menos, dois livros, a compilação de artigos Narrative Theory and the Cognitive Sciences de David Herman, e Cognitive Science, Literature, and the Arts: A Guide for Humanists de Patrick Colm Hogan.

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Em 2004, aparece um novo volume lançado, The Work of Fiction: Cognition, Culture, and Complexity, a cargo de Alan Richardson e Ellen Spolsky. Text World Theory: An Introduction, de Joanna Gavin. A relação é incompleta, dado que inexistência mencionar as publicações de Mary Thomas Crane, Margaret Freeman e David Miall, além de outros mais. Em geral, os diferentes assuntos que aborda a Poética Cognitiva vêm das mais muitas disciplinas das ciências da mente.

Dependendo de qual delas vem: o foco, os equipamentos de estudo, o tipo de hipóteses e metodologias de investigação, variam enormemente. As teorias de metáforas conceptuais e de blending (mezclaje conceitual) foram criadas desde o começo dos anos oitenta por teóricos como George Lakoff, Mark Johnson, Mark Turner e Giles Fauconnier. A idéia básica desta hipótese (Lakoff & Johnson, 1980) é a de que a metáfora não é, em princípio, uma figura de linguagem ou uma figura literária, porém de uma maneira de pensamento. Nesta forma de pensamento se relaciona a um domínio fonte e um domínio centro, pela projeção (mapping) das propriedades de um no outro.